sábado, abril 09, 2011

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sexta-feira, março 18, 2011


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terça-feira, março 02, 2010


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domingo, fevereiro 14, 2010

Evolução do homem...


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sábado, janeiro 09, 2010

Uma questão de nomenclatura :-D


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quinta-feira, dezembro 31, 2009

“Cabe aos ateus explicarem porque deveria a sua ideologia particular receber a chancela do Estado”

O ópio dos intelectuais

Uma ‘nova’ moda percorre a Europa: a moda do ateísmo militante. Na inevitável França, multidões assistem às palestras do novo «philosophe» de serviço: Michel Onfray, autor de ‘Traité d’athéologie’, um «best-seller» entre os nativos, bem como em Espanha e Itália. A sua ‘Universidade Popular de Caen’, onde não há exames nem diplomas (sic), mas existe o inevitável subsídio do governo local, fiéis atentos disputam lugares nos auditórios. A doutrina oficial chama-se aí ‘hedonismo ético’.

Na Alemanha, um novo «think tank do Iluminismo» propõe guerra aberta a todas as religiões. Em Itália, um ateísta convicto acusou a Igreja católica de fraude junto do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos: segundo ele, Cristo nunca existiu. Até em Inglaterra, anfitriã de um Iluminismo razoável no século XVIII, as hostes se agitam. A dormente ‘National Secular Society’ anuncia que duplicou o número de sócios (para 7 mil) e promove entusiásticos comícios de propaganda contra a religião.

Numa sociedade livre, o ateísmo deve poder ser livremente expresso como filosofia particular. Entre outras vantagens, isso tornará mais claro que uma boa parte (embora não toda) do secularismo que é reivindicado para o Estado apenas exprime uma ideologia particular. Cabe aos ateus explicarem porque deveria a sua ideologia particular receber a chancela do Estado.

O principal apelo popular do ateísmo actual parece residir na sua alegação de que a fonte do ódio e da intolerância reside na religião — um ponto que tem sido repetido pelo reputado filósofo Elton John. Como explicar, nesse caso, que os dois grandes totalitarismos do século XX, o nacional-socialismo e o comunismo, tenham sido ateus? Como explicar que a União Soviética tenha sido o primeiro Estado a declarar o ateísmo como doutrina oficial?

No plano político, resta saber se o ateísmo está disposto a combater o fundamentalismo islâmico — a verdadeira ameaça actual à liberdade — ou se descobriu apenas outro pretexto (condenar todas as religiões) para não o enfrentar.

No plano filosófico, o ateísmo encerra dificuldades enormes — à luz da razão. Uma, crucial, reside
na colossal ambição do racionalismo dogmático que subjaz ao ateísmo: a de que a razão pode fornecer pressupostos isentos de pressupostos.

Mas a razão não consegue explicar porque existe algo em vez de nada. Em rigor, o ateísmo acredita que sabe, mas não sabe que acredita. Neste sentido, como escreveu o saudoso Raymond Aron, limita-se a ser o ópio dos intelectuais.

João Carlos Espada
(in Expresso, 21.04.07)

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sábado, dezembro 26, 2009

Dizem as Escrituras hindus: "Nos homens superficiais, o peixe dos pequeninos pensamentos provoca imenso tumulto. Nas mentes oceânicas, as baleias da inspiração mal encrespam a superfície."

Paramahansa Yogananda

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quinta-feira, novembro 12, 2009

"Ter todo o poder do mundo não importa, se não encontras satisfação na tua vida."
- Série Heroes, 3ª temporada, ep19

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sábado, novembro 07, 2009

Vende-se esta merda!


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segunda-feira, setembro 14, 2009

Rescrever Sócrates

O ser humano tem em si: o bom, o mau, a ignorância.
O bom gera o bom, o mau gera o mau e a ignorância gera ambos.

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quinta-feira, agosto 20, 2009

Liberdade de e para quê?

Nietzsche escreveu: “Julgas que és livre? Fala-me da raiz dos teus pensamentos, não de como te livraste do jugo. Achas que foste capaz de livrar-te dele? Muitos abandonaram todos os seus valores ao rechaçarem as suas servidões. Livre de quê? Que importa isso a Zarathustra? Olha-me nos olhos e responde-me: livre para quê?...”

--

O homem moderno quer ser livre de. Mas o seu problema consiste em não saber para que deve ser livre... E, como resultado, corre o perigo de perder ou abandonar a sua liberdade, nem que seja pela simples razão de que é cada vez menos capaz de propor-se uma meta que valha a pena, para a qual possa orientar essa mesma liberdade.

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sexta-feira, agosto 07, 2009

Excertos de um dos meus humoristas favoritos

“Computa, computador, computa”
Millôr Fernandes
Editora Futura

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O pensamento é totalmente livre. Exprimi-lo, porém, é toda uma outra conversa.
p.22

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Um idiota nunca aproveita a oportunidade. Na verdade, muitas vezes o idiota é a oportunidade que os outros aproveitam.
p. 51

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A saúde é um estado físico perfeitamente normal que não conduz a nada de bom.
p.56

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Eu acho que a liberdade é uma lamentável negligência das autoridades.
p.88

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Um escritor só é realmente famoso, quando os seus erros literários passam a ser considerados regras gramaticais.
p.113

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Acredito que o supremo génio da espécie humana é a bondade.
p.114

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A amizade implica a responsabilidade da crítica.
p.115

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Mulher faz subir a temperatura humana e eu odeio o frio.
p.117

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Devagar se vai ao longe, mas já não se encontra ninguém.
p. 128

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quinta-feira, julho 09, 2009

Não sei se chorar, se rir...

Esta noite sonhei com o Mário Lino

de Miguel Sousa Tavares



Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa.

Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:
- É sempre assim, esta auto-estrada?
- Assim, como?
- Deserta, magnífica, sem trânsito?
- É, é sempre assim.
- Todos os dias?
- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
- E têm mais auto-estradas destas?
- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me.
- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
- Porque assim não pagam portagem.
- E porque são quase todos espanhóis?
- Vêm trazer-nos comida.
- Mas vocês não têm agricultura?
- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
- Mas para os espanhóis é?
- Pelos vistos...
Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
- Mas porque não investem antes no comboio?
- Investimos, mas não resultou.
- Não resultou, como?
- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
- Mas porquê?
- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
- E gastaram nisso uma fortuna?
- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...
- Estás a brincar comigo!
- Não, estou a falar a sério!
- E o que fizeram a esses incompetentes?
- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.
Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
- Isso mesmo.
- E como entra em Lisboa?
- Por uma nova ponte que vão fazer.
- Uma ponte ferroviária?
- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
- Pois é.
- E, então?
- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.
Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta...
- Não, não vai ter.
- Não vai? Então, vai ser uma ruína!
- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
- E vocês não despedem o Governo?
- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo...
- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.
Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
- Não me pareceu nada...
- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
- E tu acreditas nisso?
- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
- Um lago enorme! Extraordinário!
- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
- Ena! Deve produzir energia para meio país!
- Praticamente zero.
- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso?
- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.
Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!

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quarta-feira, junho 10, 2009

Teorias

Toda a teoria que triunfa passa por três fases:

Primeiro é posta de parte como falsa;

Depois é rejeitada como contrária á religião;

Finalmente é aceite como um dogma e todos os cientistas proclamam que há muito haviam reconhecido a sua verdade.

- Karl Ernst von Baer, embriologista
(a propósito da Teoria da Evolução de Darwin)

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terça-feira, abril 28, 2009

Horário personalizado


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domingo, março 08, 2009

A finalidade suprema


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quinta-feira, março 05, 2009

:-D

"Estatística é a arte de espancar os números até que eles confessem."
- Millôr Fernandes

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terça-feira, março 03, 2009

:-D

Se os recipientes públicos para guardar vidro se chamam vidrões, para guardar pilhas são os pilhões e o papel, os papelões, então, aqueles que agora se vêem para guardar tampas de plástico serão os tampões?

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terça-feira, fevereiro 17, 2009

Atendimento Especializado

É por estas (e por outras) que tantos serviços têm má fama!
:-(



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sexta-feira, fevereiro 13, 2009

"O caminho mais rápido para mudar, é rir da nossa própria insensatez"

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sábado, janeiro 24, 2009

Velhice

Estou velho demais para ter paciência para fazer o que não me apetece!
Mas não estou suficientemente velho para fazer apenas o que me apetece!

Chegarei lá?

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sábado, dezembro 13, 2008

A conspiração dos correctores ortográficos

O meu, do Microsoft Word 2003 (11.6359.6360) SP1, saiu-se com esta:

Escrevi "eu sou" e o dito cujo assinalou erro em sou.
Sugeriu: é.

Ou seja, eu não sou; eu é!

:-D

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Ultrapassagem a alta velocidade

Eu, que passo a vida a resmungar com a incompetência sinalética dos responsáveis pela coisa, não resisti a roubar isto daqui:
http://www.arioplano.com/2008/12/depois-de-vrios-dias-de-alvio-e-quando.html
E pergunto, como é que é possível, meu Deus, como é que é possível :-0
Porra, eu sou "ateu e agnóstico", não posso fazer essa pergunta!
:-D

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quinta-feira, dezembro 11, 2008


...a ignorância, mesmo que satisfeita consigo própria, é também uma forma de desgraça.
p.106

--

“Ética para um jovem”
Fernando Savater
Editora Dom Quixote

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segunda-feira, novembro 24, 2008

A rotulagem do ser humano

Há quem defenda a impossibilidade de não ter preconceitos, ou de rotular. Que as ideias preestabelecidas são intrínsecas ao ser humano.

Independentemente dessa questão, para mim o maior problema não é o de ter rótulos, mas sim que tipo de rótulos se tem, e a inflexibilidade com que os mantemos.

Ou, por outras palavras, se somos parciais ou imparciais aos rótulos que podemos mudar, em face de novas informações que ponham em causa os valores adquiridos.

--

Existem, basicamente, dois tipos de rótulos:

1. Os que não é viável mudar, sem os quais a vida do ser humano não poderia decorrer de modo “normal”.

2. Os que podemos (e eventualmente devemos) mudar.

Fazendo um paralelismo entre rotulagem e construção:

No 1º caso temos os rótulos que se enquadram na categoria de materiais de construção, independentemente das suas características.
Podemos fazer uma casa com madeira, metal, vidro, terra, etc, mas não podemos fazer uma casa sem materiais.

A madeira, o metal, a pedra, etc, serão o outro tipo de rótulos. Temos a liberdade de utilizar uns em vez de outros, de os combinar.

A forma como o fazemos, depende do conhecimento de nós e dos outros.


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A (im)possibilidade da imparcialidade

De acordo com este dicionário:
http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx

As definições de parcial e imparcial, são:

PARCIAL
adj. 2 gén.,
que faz parte de um todo;
em parte;
favorável a uma das partes em litígio;
partidário;
sectário;

s. 2 gén.,
pessoa partidária de alguém;
correligionário.

--

IMPARCIAL
adj. 2 gén.,
que não é parcial;
que apenas procura a verdade;
justo;
recto;
equitativo;
neutral.

--

Ser imparcial não significa não ter favoritismos, ou não julgar. Ser imparcial significa não decidir com base nesses favoritismos.

Vemos a imparcialidade em acção “todos os dias”:
No tipo que defende que a equipa contrária, de que nem gosta, merecia ganhar sobre a sua;

No juiz, que acredita piamente na culpabilidade do réu, mas que não tem matéria para o provar e que deve julgar inocente;

Em nós, quando desejamos algo, mas que sabemos ser errado porque vai prejudicar alguém. Por isso, decidimos escolher o que é correcto, sobre o que nos beneficia.

Afinal, não parece assim tão impossível essa tarefa.

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sábado, novembro 22, 2008

Exemplo contra o relativismo moral e seu enquadramentro histórico...

…e a suposta e muito divulgada crença de que os valores de uma época/sociedade não devem ser julgados pelos de outra:

(...)
Um dos poucos críticos do comércio esclavagista em Portugal (…) foi o padre Fernando de Oliveira, um clérigo singularmente franco que esteve em determinada altura ao serviço de Henrique VIII de Inglaterra e que foi, mais tarde preso em Lisboa pela Inquisição por causa dos seus pontos de vista pouco ortodoxos.

Autor da primeira gramática portuguesa impressa (1536) e de um manual precursor de guerra naval (A arte da guerra no mar, 1555), dedicou um capítulo inteiro desta última obra a uma violenta denúncia do comércio esclavagista.

Afirmou terminantemente que não havia qualquer “guerra justa” contra muçulmanos, judeus ou pagãos que nunca haviam sido cristão e que estavam prontos a comerciar pacificamente com os portugueses. (…)

Atacar as suas terras e escravizá-los era uma “manifesta tirania”, e não era desculpa dizer que eles faziam comércio esclavagista uns com os outros.

Um homem que compra qualquer coisa que é vendida de modo errado é culpado de pecado, e se não houvesse compradores europeus não haveria vendedores africanos.

«Fomos os inventores de um comércio tão vil, nunca anteriormente utilizado e de que nunca se tinha ouvido falar entre os seres humanos» (…)

--

“O império marítimo português – 1415-1825”
C.J. Boxer
Edições 70
p. 258

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Os governos são todos iguais?


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quarta-feira, outubro 29, 2008

Afinal existe!


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segunda-feira, outubro 20, 2008

As melhores frases dos piores alunos

O metro é a décima milionésima parte de um quarto do meridiano terrestre e para o cálculo dar certo arredondaram a Terra!

O cérebro humano tem dois lados, um para vigiar o outro.

O cérebro tem uma capacidade tão grande que hoje em dia,
praticamente, toda a gente tem um.

Quando o olho vê, não sabe o que está a ver, então ele amanda uma foto eléctrica para o cérebro que lhe explica o que está a ver.

O nosso sangue divide-se em glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e até verdes!

Nas olimpíadas a competição é tanta que só cinco atletas chegam entre os dez primeiros.

O piloto que atravessa a barreira do som nem percebe, porque não ouve mais nada.

O teste do carbono 14 permite-nos saber se antigamente alguém morreu.

Antes mesmo da guerra a mercedes já fabricava volkswagen.

Pedofilia é o nome que se dá ao estudo dos pêlos.

O pai de D. Pedro II era D. Pedro I, e de D. Pedro I era D. Pedro 0

Nos aviões, os passageiros da primeira classe sofrem menos acidentes que os da classe económica.

O índice de fecundidade deve ser igual a 2 para garantir a reprodução das espécies, pois precisa-se de um macho e uma fêmea para fazer o bebé. Podem até ser 3 ou 4, mas chegam 2.

O homossexualismo, ao contrário do que todos imaginam, não é uma doença, mas ninguém quer tê-la.

Em 2020 a caixa de previdência já não tem dinheiro para pagar aos reformados, graças à quantidade de velhos que não querem morrer.

O verme conhecido como solitária é um molusco que mora no interior, mas que está muito sozinho.

Na segunda guerra mundial toda a Europa foi vítima da barbie (queria dizer, decerto, barbárie) nazista.

Cada vez mais as pessoas querem conhecer a sua família através da árvore ginecológica.

O hipopótamo comanda o sistema digestivo e o hipotálamo é um bicho muito perigoso.

A Terra vira-se nela mesma, e esse difícil movimento chama-se arrotação.

Lenini e Stalone eram grandes figuras do comunismo na Rússia.

Uma tonelada pesa pelo menos 100Kg de chumbo.

Quando os egípcios viam a morte a chegar, disfarçavam-se de múmia.

Uma linha recta deixa de ser recta quando encontra uma curva.

O aço é um metal muito mais resistente do que a madeira.

O porco é assim chamado porque é nojento.

A fundação do Titanic serve para mostrar a agressividade dos icebergs.

Para fazer uma divisão basta multiplicar subtraindo.

A água tem uma cor inodora.

O telescópio é um tubo que nos permite ver televisão de muito longe.

O Marechal António Spínola é conhecido principalmente por estar no dicionário.

A idade da pedra começa com a invenção do Bronze.

O sul foi posto debaixo do norte por ser mais cómodo.

Os rios podem escolher desembocar no mar ou na montanha.

A luta greco-romana causou a guerra entre esses dois países.

Os escravos dos romanos eram fabricados em África, mas não eram de boa qualidade.

O tabaco é uma planta carnívora que se alimenta de pulmões.

Na Idade Média os tractores eram puxados por bois, pois não tinham gasolina.

A baleia é um peixe mamífero encontrado em abundância nos nossos rios.

Quando dois átomos se encontram, vai dar uma grande merda.

Princípio de Arquimedes: qualquer corpo mergulhado na água, sai
completamente molhado.

Newton foi um grande ginecologista e obstetra europeu que regulamentou a lei da gravidez e estudou os ciclos de Ogino-Knaus.

Pergunta: Em quantas partes se divide a cabeça?
Resposta: Depende da força da cacetada.

A trompa de Eustáquio é um instrumento musical de sopro, inventado pelo grande músico belga Eustáquio, de Bruxelas.

Parasitismo é o facto de um gajo não trabalhar e viver à 'pala' dos outros, de dinheiro, cigarros e outros bens materiais.

Ecologia é o estudo dos ecos, isto é, da ida e vinda dos sons.

A Biologia é o estudo da saúde. E para beneficiar a saúde é que foi inventado o biotónico.

As constelações servem para clareficar a noite.

Ao princípio os índios eram muito atrasados mas com o tempo
foram-se sifilizando.

O Convento dos Capuchos foi construído no céculo 16 mas só no céculo 17 foi levado definitivamente para o alto do monte.*

A História divide-se em 4: Antiga, Média, Momentânea e Futura, a mais estudada hoje.

A Bigamia era uma espécie de carroça dos gladiadores, puchada por dois cavalos.

As aves teem na boca um dente chamado bico.

A Terra é um dos planetas mais conhecidos e habitados do mundo.

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segunda-feira, setembro 29, 2008

A vida gratuita

Agostinho da Silva preconizava o fim do Capitalismo, queria que «a vida fosse gratuita para toda a gente. Porque nós estamos nesta contradição, não é? Nascer de graça e passar o resto da vida a ganhá-la. O que é inteiramente absurdo».


Publicado na revista: notíciasmagazine, p.90, 12Fev2006

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sexta-feira, setembro 26, 2008

Quem disse que Portugal não faz parte da Espanha?

Ou, pelo menos, o Algarve...


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segunda-feira, agosto 18, 2008

É verdade, existe!


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sexta-feira, agosto 08, 2008

1ª Guerra mundial

Século XVII - (1600-1663)
Holanda vs Portugal

…Quando os holandeses passaram à ofensiva na sua guerra dos oitenta anos pela independência contra a Espanha, no fim do século XVI, foi contra as possessões coloniais portuguesas, mais do que contra as espanholas, que os seus ataques mais fortes e mais persistentes se dirigiram.

Uma vez que as possessões ibéricas estavam espalhadas por todo o mundo, a luta subsequente foi travada em quatro continentes e em sete mares e esta luta seiscentista merece muito mais ser chamada Primeira Guerra Mundial do que o holocausto de 1914-1918, a que geralmente se atribui essa honra duvidosa.

Como é evidente, as baixas provocadas pelo conflito ibero-holandês foram em muito menor escala mas a população mundial era muito menor nessa altura e a luta indubitavelmente mundial.

A batalha travou-se não só nos campos da Flandres e do mar do norte, mas em regiões tão remotas como o estuário do amazonas, o interior de Angola, a ilha de Timor e a costa do Chile. As presas incluíam o cravo-da-índia e a noz-moscada das molucas; a canela do Ceilão; a pimenta do Malabar; a prata do México, Peru e Japão; o ouro da Guiné e de Monomotapa, o açúcar do Brasil e os escravos negros da África Ocidental.

Quando nos lembramos que as populações respectivas dos dois pequenos países fundamentalmente em questão, o reino de Portugal e a República das Províncias Unidas, não excediam provavelmente mais do que um milhão e meio, e quando recordamos que estavam ambos profundamente enredados nos conflitos na Europa, a magnitude e a extensão dos esforços que fizeram não podem deixar de provocar a nossa admiração.

Além disso, a luta global envolveu muitas vezes terceiras partes, como, por exemplo, Ingleses, Dinamarqueses, Congoleses, Persas, Indonésios, Cambojanos e Japoneses, em vários locais e datas.

Finalmente, havia um forte conflito religioso na questão, na medida em que os portugueses, católicos apostólicos romanos, e os holandeses, calvinistas, se consideravam campeões das respectivas fés…

p. 115/6


“O império marítimo português – 1415-1825”
C.J. Boxer
Edições 70

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quarta-feira, julho 02, 2008




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[António Gedeão]
Excertos de:
Poesias completas 1956-1961
Lisboa: Portugália, imp. 1964


“A estrada”

Os homens, esquecidos
Do que não se esquece,
Passam distraídos
Como se nada acontecesse.

Dos grupos de esquina
Escapam-se risadas.
São sonhos pintados de purpurina.
Histórias obscenas de fadas.

Nas palavras que entretêm
Nem um suspiro transparece.
E vão, e vêm,
Como se nada acontecesse.

Dedos de assombros
Se enclavinham,
Poisam, esquecidos, nos ombros
Que os adivinham.

Os lábios secos, amarelecidos
Por ventos de rancor,
Esquecidos,
Enunciam teoremas de amor.

Pomo
da estrada
que amadurece.
Como se nada acontecesse.


Pág. 35

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segunda-feira, junho 23, 2008

quarta-feira, junho 11, 2008


"The Winner Looses"
BODY COUNT

My friend's addicted to cocaine
smokes day and night
drives mom and pop insane
Living his life in the dark light
every dollar he gets goes into the pipe

He wants to borrow some money from me
do you think I'm blind
don't know the score
can't see?

You wanna get high as the sky
You're kissin' your life goodbye
You think it's game that you play
But the winners lose it all someday.

Ya don't know who you are
are you losin' your mind?
Things get a little tight he committed a crime.
Give me your money or give me your life!
You betta empty your pockets because ya,
ya don't live twice.

You gonne get high as the sky
You're kissin' your life goodbye
You think it's a game that you play
But the winners lose it all someday.

He took the money to the dope man
and he said he had the best
next thing ya knew, cardiac arrest!
It was a rollercoaster, he couldn't get off
next thing I knew my friends' life was lost. Noooooooooo

you wanna get high as the sky
You're kissin' your life goodbye
You think it's a game that you play
But the winners lose it all someday.

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sábado, abril 26, 2008

Sem comentários :-D


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quinta-feira, abril 24, 2008


"Good morning beautiful"
(...)
I know that God lives in everybody's souls.
& the only 'Devil' in your world
Lives in the human heart!
(...)

"Armageddon days are here, (again)"
(...)
The world is on its elbows & knees.
It's forgotten the message & worships the creeds
(...)

"The violence of truth"
(...)
Why is it, that anything on this Earth we do not understand,
We are pushed onto our knees to worship or to damn?
(...)

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sexta-feira, abril 18, 2008

[ Sócrates ]

Estou disposto a sustentar com palavras e obras, até onde for capaz, que a convicção de que devemos indagar o que ignoramos nos tornará melhores, mais tenazes, menos indolentes, do que a opinião de que é impossível descobrir a verdade e inútil procurá-la.
Ménon

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quarta-feira, abril 16, 2008

Meditação Transcendental

Meditação Transcendental
Robert Roth
Editora Pergaminho




O livro divide-se, sobretudo, em duas partes:

A parte em que existem montes de testemunhos de pessoas que experimentaram, como lhes mudou a vida, como é ótima, bla, bla, bla.
A parte cheia de gráficos a explicar os resultados da MT, e como nos pode mudar a vida, bla, bla, bla.

Existem mais algumas coisitas, mas basicamente, é isto.

Quer parecer-me que é um livro para pessoas que não gostam muito de pensar e que preferem que outras pensem por elas.
"Que dizes? Milhões já experimentaram? Ena, deve ser mesmo bom. Vou experimentar também!"

São cerca de 190 páginas. Se tivesse metade, faria o mesmo efeito.
É o que eu chamo um belo desperdício de papel.
:-(

Não podia deixar de ter, é claro, aquela pérola tão repetida:
"Psicólogos e Psiquiatras calculam que usamos entre 5% a 10% do nosso potencial mental"
p. 24
:-D


--//--//--


A técnica de MT
Peter Russel
Dinalivro


O mesmo não se passa com este.
Bem estruturado, bons exemplos, gráficos q.b., explica até porque é que não se ensina MT em livros.

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domingo, abril 13, 2008

As regras e as excepções

Regra:
“Todas as regras têm excepção.”

Raciocínio:
Se todas as regras têm excepção;
Se esta frase é uma regra;
Então, a frase que diz que todas as regras têm excepção tem (pelo menos) uma excepção.

Ou seja: uma regra que não tem excepções.

Mas, se existe uma regra que não tem excepções;
Então a regra que diz que todas as regras têm excepção está incorrecta.

Pior ainda, a incorrecção dessa regra está contida na sua própria estrutura!

Conclusão:
Muitas outras pessoas chegaram à mesma conclusão que eu.
Aqueles que lerem isto, irão concordar com o raciocínio acima escrito.

Nesse caso, porque razão tanta gente inteligente continua a propagar esta parvoíce?

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[Ricardo Reis]

Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.

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sábado, março 22, 2008

“The miracle of love”
ANNIE LENNOX
(…)
They say the greatest coward
Can hurt the most ferociously.
(…)

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quinta-feira, março 13, 2008

Beleza exterior / Beleza interior (a verdadeira?!?)

Nesta frase, «a verdadeira beleza, vem de dentro».
Creio que se cometem pelo menos dois erros:

1.
Estabelece-se uma “verdadeira” beleza por oposição a uma falsa.

2.
Confunde-se a beleza de uma mulher/homem com a beleza de uma pessoa.

--

Sobre 1.
Ambas as manifestações de beleza são verdadeiras! Tanto a exterior, quanto a “interior”!

Negar a verdade da beleza a um corpo humano, seria negar também a beleza a uma árvore, uma paisagem, uma peça de design.

As pessoas que dizem que a “verdadeira” beleza vem de dentro, sofrem, no mínimo, de dificuldade em exprimirem-se.
Toda a beleza é verdadeira, ou não seria bela!

Pode-se, naturalmente, estabelecer uma espécie de ranking entre as várias formas de beleza e cada pessoa ter os seus critérios.


Sobre 2.
Mas não se pode confundir a beleza de uma pessoa, da sua personalidade, a qual não tem sexo, com a beleza de um corpo, que além de estética, é altamente sexual!

Pode-se preferir sempre a beleza “pessoal” à beleza “sexual”, mas não se pode, ou não se deve, cair no erro de misturar os dois conceitos, como se pudessem competir um com o outro.

Porque não creio que possam!

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sábado, fevereiro 23, 2008

(sobre Barak Obama)
… há semanas, num perfil do rival de Hillary Clinton traçado pelo nosso tão democrático e sério “Expresso”, podia ler-se “filho de pai queniano e mãe branca”.

Alguém me explica qual é a segunda nacionalidade?

--

“O sonho”
Crónica de: Pac. Músico
Correio de domingo, 17 de Fevereiro de 2008, pág. 7

--

Meu comentário:
Ora aí está, o preconceito racial mostra-se de várias formas.

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quinta-feira, fevereiro 14, 2008

“Born to try”
JEWEL

(...)
I was born to try
Of learn to love.

You got to make choices,
Be wrong or right.
Sometimes you got to
Sacrifice the things you like.

But I was born to try
(…)

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terça-feira, fevereiro 12, 2008


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domingo, janeiro 27, 2008

[Philip Larkin, The Whitsun Weddings]


“Ignorance”


Strange to know nothing, never to be sure
Of what is true or right or real,
But forced to qualify or so I feel,
Or Well, it does seem so:
Someone must know.



Strange to be ignorant of the way things work:
Their skill at finding what they need,
Their sense of shape, and punctual spread of seed,
And willingness to change;
Yes, it is strange,


Even to wear such knowledge – for our flesh
Surrounds us with its own decisions –
And yet spend all our life on imprecisions,
That when we start to die
Have no idea why.

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terça-feira, janeiro 01, 2008

Somos o o alfa e o omega da Criação!







yeah! Right!


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terça-feira, dezembro 25, 2007

A causa e o resultado

Confundir a origem de um sentimento ou de um comportamento, com a causa geradora dos mesmos.
Pode-se dizer que a origem do acto de roubar resulta no desejo de ter algo que não conseguimos adquirir legitimamente, mas não é esse desejo que nos leva ao acto do roubo!

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terça-feira, dezembro 11, 2007

[Buda, Prajnaparamita]

(…)

Vazia e calma e livre de si
É a natureza das coisas.
Nenhum ser individual
Na realidade existe.

Não há princípio,
Nem meio.
Tudo é ilusão,
Como numa visão ou num sonho.

Todos os seres do mundo
Estão para além do mundo das palavras.
A sua natureza última, pura e verdadeira,
É como a infinidade do espaço.

(…)

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quinta-feira, novembro 29, 2007

Violência Parental

Não me lembro de este vídeo ter passado em Portugal.

:-(

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domingo, novembro 25, 2007

Humor Negro

sábado, novembro 24, 2007

Sem dúvida, uma localidade importante :-)


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quarta-feira, novembro 07, 2007

Poderá ser útil para a compreensão dos assuntos humanos termos a noção de que a maior parte dos grandes triunfos e das grandes tragédias da História se deve, não ao facto de as pessoas serem fundamentalmente boas ou fundamentalmente más, mas sim ao facto de serem fundamentalmente pessoas.
Neil Gaiman & Terry Pratchett
"Bons Augúrios"
Editorial Presença

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quinta-feira, novembro 01, 2007

Prazer para os olhos, e não só!

terça-feira, outubro 23, 2007

A capa e o conteúdo

O conteúdo pode ser excelente, embora eu não tenha verificado.
Mas a capa... é pavorosa :-)


Aqui:
http://meusfavoritosdaweb.blogspot.com/

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invenções

Números

Os números que todos usamos (1, 2, 3, 4, etc.) são conhecidos como “numeração árabe” para distinguir da “numeração romana” (I, II, III, IV, V, VI, etc.).

Os árabes tornaram estes números populares, mas a sua origem remonta aos comerciantes fenícios que os usavam para contar e levar a contabilidade comercial.


Mas já pensaste alguma vez por que razão “1” significa «um», “2” significa «dois», etc.?
Os números romanos são fáceis de compreender, mas… Qual é a lógica que há por detrás dos números árabes ou fenícios?


É pura lógica: se escreveres o número na sua forma primitiva, verás que:

O número 1 tem um ângulo;
O número 2 tem dois ângulos;
O número 3 tem três ângulos;
E o "O" não tem ângulos



Roubado daqui:
http://afresquinha.blogspot.com/2007/10/os-nmeros.html


--//--

Papel de parede sensível ao calor





Roubado daqui:
http://coisasdanet-enaoso.blogspot.com/2007/10/papel-de-parede-que-reage-com-calor.html


--//--


Garrafas para encher em qualquer lugar


Roubado daqui:
http://coisasdanet-enaoso.blogspot.com/2007/10/enche-se-em-qualquer-torneira.html

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domingo, setembro 30, 2007

o lugar do inferno

O inferno está vazio e todos os demónios estão aqui.
William Shakespeare
“A tempestade”, Acto I, Cena 2

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sexta-feira, setembro 21, 2007

9h 48m 43s

7.136.635.739 combinações experimentadas para descobrir a password de 6 carateres da qual me tinha esquecido.

Eram apenas 55 páginas de diferença entre este e o ficheiro anterior, ao qual tinha acesso.

E porque resmungo?
Porque poderia ter descoberto sozinho, se tivesse usado um pouco mais os miolos :-(

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sexta-feira, agosto 24, 2007

Citações nº 14

"Algumas pessoas dão conselhos como se dessem um murro..."
Jules Renard
1864-1910

--

Eu, por vezes, sou assim. Defeito de merda!
:-(

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segunda-feira, agosto 06, 2007

Olha o que tu fizeste!


Era o que dizia a senhora que parecia avó da criança que fez a lixeira que se vê, ao ir-se embora do café!
Ante a complacência da dita cuja, a criança, que tem a desculpa de o ser, foi espalhando papel, leite e restos de comida pela mesa e arredores!
E o que fez a educada criatura? Pediu desculpa pela porcaria? Assumiu a responsabilidade?
Não! Sacudiu a água do capote para a criança! Repetindo, qual mantra, "olha o que tu fizeste" para que todos os clientes pudessem testemunhar a sua inocente impotência educativa.
:-(

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TVI / CP

A reportagem de 31 de julho, da TVI, sobre os preços que a CP cobra para viagens acima dos 50Km, é o que se chama Serviço Público.
Um bom exemplo do trabalho positivo que a comunicação social pode desempenhar na nossa sociedade! Dando dicas de como se pode contornar de forma simples os preços cobrados pela CP para percursos superiores a 50Km e como poupar, nalguns casos, centenas de euros por ano!
Aliás, os preços dos passes mensais da CP, deixaram-me de boca aberta! Não fazia ideia dos valores envolvidos :-O
E, de facto, é uma vergonha para a CP, a forma como tem prejudicado os seus utilizadores com a sua política, que eles insistem não ser ilegal, mas que é, sem dúvida, muito questionável do ponto de vista moral!

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domingo, julho 08, 2007

Come close, baby


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segunda-feira, julho 02, 2007

Passear o cachorrinho


Falta de inspiração?

Já consideraram todas as músicas, peças de teatro e filmes que saem todos os anos, que são novas versões, “remakes”?

E se os pintores, escultores, poetas e outros escritores começassem, a fazer o mesmo?

Novas versões autorizadas da Gioconda, do David, do Senhor dos anéis, dos Lusíadas...

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terça-feira, junho 26, 2007

Recicle o seu lixo

:-D


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A idade da pedra

Existem pessoas que gostam de mistério. Não falo do mistério de um livro policial, de um desafio a resolver. Falo da compreensão de nós e do que nos rodeia.

Pessoas que não querem saber, nem querem que outros saibam.
Que não querem que se investigue a origem do universo, como este funciona, ou que a consciência humana deve continuar envolta em brumas, ou que os sentimentos não se explicam, etc, etc.

Talvez essas pessoas acreditem que a ignorância, nesses casos, é um valor a cultivar! Que a razão, a compreensão de determinado fenómeno ou acontecimento retiram valor, beleza, significado! Como se houvesse uma lei natural que postulasse a incompatibilidade entre explicar e sentir.

E assim, essas pessoas preferem ficar na ignorância, acreditar que existem coisas que não se explicam, que não se podem explicar, que nem sequer se deve procurar explicação.

Será que atribuem um valor superior ao desconhecido!
Será este o mesmo tipo de mentalidade do cavernícola?

Que o levava, pelo seu desconhecimento do mundo, a glorificar ou a temer o que desconhecia, procurando explicações baseadas em intervenção superior, em mistérios ocultos, na explicação que não tem explicação!

Talvez demonstre que o ser humano, apesar dos milhares de anos que o separam do seu antepassado, de todas as realizações científicas e artísticas, continua sendo um troglodita!

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quarta-feira, junho 13, 2007

Deixam-me perplexo, as pessoas que não são capazes...

...de se colocarem fora das suas crenças, dos seus sistemas de valores.
...de defender algo com o qual não concordam…
...de considerar o ponto de vista alheio…
… de se verem na “pele do outro”…

Que, em último caso, têm muita dificuldade em compreender/sentir o que é a Tolerância!

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quarta-feira, junho 06, 2007

a mudança

Interrogo-me sobre a validade das nossas tentativas para mudar.
Talvez seja, como diz o ditado: “água mole em pedra dura, tanto dá até que fura.”

Mas a mudança, quando vem, chega muitas vezes com a naturalidade das coisas inevitáveis.

Isto, descobriram-no muitos fumadores, após anos de tentativas para deixar o vício, um dia, apercebem-se que são capazes de o fazer de uma forma desconcertantemente fácil, quando comparada com as tentativas anteriores.

E eu questiono-me porquê!
O que mudou?

Seria bom saber...

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sábado, maio 19, 2007

Vícios

Eu costumava dizer que apenas tinha um vício, e não era nem o café, nem a leitura, que, apesar de os praticar regular e compulsivamente, não os enquadrava bem nessa categoria (auto-engano claro está!).
Hoje, encontrei outro.
Descobri que sou viciado em oferecer prendas à minha ex.
Vício que adquiri em tempos mais felizes e que me dava muito prazer.
O chato é que a relação acabou, mas o prazer manteve-se.
Ela agradece e a minha carteira ressente-se.
Enfim, é pra uma boa causa.

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domingo, maio 13, 2007

O olhar vazio de quem vê passar…

Sombras sentadas nos mesmos locais, vendo e falando com as mesmas pessoas, dedicando-se às mesmas actividades, sem nada de novo para fazer ou dizer, sem nada mais para ser. Simplesmente passando o tempo, à espera.

Assusta-me,
pensar que um dia poderei ser assim…

quinta-feira, maio 03, 2007

A pedido de um gajo porreiro...

O Johnny, que mora aqui: http://efeitofotoelectrico.blogspot.com/2007/04/o-ditoso.html pediu divulgação no blog dele para o "cavalinho" abaixo apresentado :-)

Cá tá ela!

:-)






Amigas e Amigos,
Os Correios lançaram um concurso para um selo sobre o Puro Sangue Lusitano e eu, no âmbito das iniciativas da HEF (Handsome Equestrial Foundation) decidi apelar à vossa generosidade para que votem no Ditoso, acima retratado.


O Ditoso é um Puro Sangue Lusitano, com a bonita idade de 22 aninhos, e que é o mais que tudo de uma amiga que decidiu imortalizá-lo um selo de correio.

Para votar basta irem a http://www.aquihaselo.com/ nas opções seleccionar Votar, em Ranking seleccionar Cavalo Lusitano e depois clicar em votar no selo com o nome Rute Maria Diogo Roda.
A Rute é fundadora da Associação Tempo Equestre ( http:// http://www.tempoequestre.xm.com/ )que visa a preservação e divulgação das tradições equestres portuguesas. Um objectivo que a princípio não entendi atendendo a que diáriamente enfrento inúmeras cavalgaduras mas que prontamente endossei quando me explicaram que apenas defendem defendem os equinos de 4 patas.

O meu Bem Haja a todos os que votarem no Ditoso porque bem o merece e é certamente maior português que o Salazar!

P.S.- Se quiserem ser solidários e divulgar nos vossos ilustríssimos blogues....Ficarei em dívida!

quarta-feira, março 28, 2007

É isso aí, pá.

http://www.zortal.gr/modules/mylinks/visit.php?cid=8&lid=6175

Podemos gozar, mas a verdade é que já fizeram cá alguns inquéritos de cultura geral, já publicaram respostas dadas em testes e também foi triste!
:-(

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domingo, março 11, 2007

Este sim, é artista de qualidade!

:-0




Será vídeo montagem?
Será brincadeira?
Será mesmo verdade?

Bem, há quem diga que a vida ultrapassa a ficção...

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segunda-feira, março 05, 2007

Suporte para facas: “todos os homens são filhos da puta”.

Para mulheres com humor e homens corajosos! :-)



Para quem quiser adquirir, está aqui:
www.firebox.com

E chama-se:
Voodoo Knife Display

E custam entre £59.95 (preto e vermelho) e £89.95 para as cromadas.

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quinta-feira, março 01, 2007

Problemas com o blogger

Por alguma razão, deixei de receber mails de notificação quando alguém me deixava comentários no blogue.
Já comuniquei o problema.

Entretanto, se alguém deixou comentários em posts mais antigos, avise-me. Apenas ando a verificar os comentários nas postagens mais recentes.

Tchau.

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segunda-feira, fevereiro 19, 2007

Abençoada liberdade de expressão

“…Deus é a nossa mulher-a-dias que nos dá prendas que deitamos fora, como a fé, porque achamos que é pirosa…”

Canta, entre outras delícias, a vocalista dos “A Naifa” nas suas “Canções subterrâneas”, em “queixas de um utente”.

e em:

“meteorológica”
“…que dia tão bonito e eu não fornico…”
“…Deus não me deu um namorado, deu-me o martírio branco de o não ter…”

ou

“…Tenho uma estátua florescente da virgem Maria que brilha à noite e me dá confiança…”
“…sinto-me bem e Deus queira que consiga não me masturbar…”

no álbum “3 Minutos antes de a maré encher” em “Fé”.

--

Tá visto que se fosse sobre um certo Deus, em certos países, a Naifa era, no mínimo, embotada à pedrada!

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sexta-feira, fevereiro 09, 2007

A estrada é toda minha!


Esta viatura estava “estacionada” no meio de uma rua de 2 sentidos, assim, como podem ver! O condutor não se preocupou em encostar à berma, não colocou os 4 piscas, ou o da direita. Saiu, foi à mercearia, fez o que tinha a fazer e voltou calmamente para o seu popó!


Ah! A propósito, esta é a matrícula:

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Évora, ontem...

…18H40 da noite, para apanhar o Intercidades das 19H48.

O pequeno mapa da cidade indica uma estação ferroviária, mas a cidade parece desconhecê-la,
N rotundas e nem uma placa a indicar a dita cuja!

Depois de umas voltas enganadas, lá vemos uma placa a cerca de km e meio da estação.
Chego a tempo, 30 segundos antes, e compro o bilhete a bordo!
Uffffffffffff.

--

O IC vai cheio!!!! É de borla para maiores de 65! :-)
Passo a viagem no bar, o qual, diga-se de passagem, é muuuuuito superior ao do Alfa.

P.S. - MERDA para os "gajos" das placas informativas!
Já seguiu reclamação para a CP.

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segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Problemas com o wordpress

Existem blogues no wordpress.com que eu costumava visitar e de vez em quando comentar.
De há uns tempos para cá, o IExplorer encrava sempre e não consigo comentar e mal dá pra ler.

Alguém teve problemas semelhantes. Soluções?
:-(

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

auto-conhecimento(?)

Puxar ao máximo quando se pode e é importante.
Entrar em compromissos quando não há alternativa.
Não valorizar (para nós) o que não tem valor ou têm-no para os outros (e nos querem impingir).
Aceitar os erros e aprender com eles.

E sorrir, merda, sorrir sempre!:-D

Ah! E dar um descontozito quando bate uma preguicite…

Aqui está, resumidamente, o que vai funcionando cá pelo burgo…

--

P.S. - Obrigado ao Johnny Handsome que me levou a reler um post dele, que me inspirou a escrever as palavras acima!

;-)

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terça-feira, janeiro 23, 2007

Considerações sobre a liberdade de escolher

Para haver liberdade de escolha, dentro dos limites humanos, penso ser necessário considerar quatro factores:

A existência de alternativas a uma determinada situação.
Ter conhecimento dessas alternativas.
Não haver impedimentos externos à nossa vontade.
Ser capaz de, efectivamente, escolher entre as várias possibilidades existentes.
a) Ou seja, em face de uma mesma situação, se as condições mudarem, a nossa escolha poderá também mudar!

--

Também considero a liberdade de escolha do ponto de vista qualitativo e quantitativo, da forma que passo a exemplificar:

Liberdade qualitativa
Quando em face de, por exemplo, 20 alternativas a uma determinada situação, a pessoa A apenas consegue escolher entre duas e a pessoa B consegue escolher entre 19.

Nesta situação, do ponto de vista qualitativo, ambas as pessoas têm igual liberdade de escolher. Ou seja, têm alternativa à sua presente situação.

Liberdade quantitativa
A relação entre quantidade de escolhas que determinada pessoa têm à sua disposição e a quantidade de escolhas que ela é, na realidade, capaz de escolher!

--

Podemos também considerar as escolhas de um ponto de vista valorativo.
Ou seja, qual a melhor escolha.

A qualidade não é absoluta nem intemporal
Isto significa que a boa (ou melhor) escolha varia de pessoa para pessoa e da altura da vida de cada um.
a) O que é melhor para a pessoa A, pode não o ser para B.
b) Aquilo que é melhor para A, agora, poderia não o ser há dez anos atrás.

A quantidade não garante a qualidade
a) Não é pelo facto de a pessoa B poder escolher entre 19 hipóteses e a pessoa A poder escolher entre duas (para a mesma situação), que a pessoa B terá ao seu dispor a melhor escolha!

b) Nem, de facto, haveria garantia de que, dispusesse a pessoa B das 20 hipóteses de escolha, escolheria a melhor para ela!

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quinta-feira, janeiro 18, 2007

Back in businness

Conforme prometido, vou fazer a expiação do meu pecado de ausência da blogosfera, aproveitando para revelar alguns pormenores sumarentos da minha vida pessoal, tal como os nossos colunáveis, esperando assim ser “descoberto” e elevado ao estatuto de estrela, vendendo por incontáveis euros as minhas estórias!
:-D

--
Primeiro foi uma ligeira altercação com um pilar maldoso que se colocou sorrateiramente atrás de mim, com a óbvia intenção de me lixar o popó.

Depois, o ar condicionado resolveu vingar-se da falta de uso e avariou, ao qual se juntou o espelho retrovisor lateral do lado do pendura, partido por uma mãozinha mais agreste nos movimentos.

Lá arranjei tempo e pachorra para levar o bólide ao mecânico.
Após quase uma semana sem o dito cujo melhor amigo do homem, lá o vou buscar, todo contente.

Dois dias depois, o alternador deu a conhecer a sua existência de forma peculiar: deixou de funcionar, isto, imagine-se, quando ia para uma dupla de cinema/jantar!
Siga pra bingo e chame-se a assistência em viagem.

Após a substituição do conspirador, logo no dia seguinte o radiador começa a largar vapor d’água. Recomenda-se um líquido tapa fugas para desenrascar a coisa.
Dito e feito.

No dia seguinte o vapor d’água transforma-se em pingos fartos e contínuos.
Sai um radiador fresquinho!

O culpado?
Esta coisa estava cravada no radiador. O mecânico descobriu-a após remover a ventoinha.



É isso mesmo!
Agora eu pergunto: o que é que a cabeça de um martelo fazia no meu radiador?!?!?!?!?
Isto tudo passou-se no mês de Dezembro e só tive carro em condições no dia 28. Mesmo a tempo de ir ao aeroporto buscar a minha melhor amiga, que vinha do funeral do pai!

Entretanto, eu, ateu e agnóstico praticante, decidi visitar de surpresa a família no dia 25! Mas que membros da dita cuja irão beneficiar da minha rara presença?

Os pais tão fora de questão, além de ser por demais cliché, a mamã pasmada ta marada da cabeçorra e pra maluco já basto eu!

Decido-me pela casa de primas e tias. Mas quais? Ó dúvida cruel tenho várias casas à escolha, a qual vou fazer surpresa?

Nem combinado, recebo mail de uma prima a convidar-me para casa dela!
Assunto resolvido, sendo convidado não posso fazer surpresa, logo, vou para casa da outra, à qual telefono uns dias antes, como quem não quer a coisa, a saber onde passam o dia de natal!

Sem carro, apanho boleia de uma colega que ia passar o natal à terrinha, o qual é simpático o bastante para fazer um desvio e me deixar em Constância, uns quilómetrozitos perto do meu alvo!

Telefono, gozando antecipadamente a surpresa! Ninguém atende. Ligo pra casa da tia. Nada. Ligo pró primo, nada! Ligo pra outra prima, zero!

Liiiiindo! Lá confirmo os números com outra pessoa. Volto a ligar, atende a prima acabadinha de acordar!

Não tá em casa! Saiu na noite de natal e foi para outra casa dela, mais a sul, com o filho mais novo e a irmã dela!
- hein?!?!? (tão a ver a minha cara de pasmado, não é?)
Parece que a coisa entre eles, que já não andava bem, piorou de vez.

Resumindo, no 25 andei a consolar o marido e a dividir-me entre a casa dele e a dos meus tios, logo ao lado.
No 26 lá rumei a sul, beneficiando dos serviços da nossa querida CP, para estar com as primas e sobrinho!

Quem disse que não tenho espírito natalício, quem foi?

Entretanto, a conjuntivite que me tinha sido diagnosticada e tratada meses antes, resolveu vir chatear o herege nesta época festiva!

E lá ando eu, com o olhinho direito tapado, para proteger!
Diagnóstico final? Glaucoma! E tive sorte, se fosse mais ao lado, lá se ia a minha actividade favorita: ler.

Mas não há tempo para lamentações, não senhor, uma “amiga” pôs-me os patins, outra anda com problemas e não sei como ajudá-la e um disjuntor lá da barraca resolveu andar aos pulos sempre que ligo a parafernália informática.

Demora dias para um conhecido vir resolver o problema a custo zero e não me atrevo a dar mais uns solavancos à maquinaria! Já foram 3 abanões!

Finalmente quando tá tudo prontinho e ligo o material, descubro que o meu querido Samsung 17” Glsi que me acompanha há tantos anos não resistiu aos ferimentos e pifou. O monitor de recurso que tenho e que já andava mais pra lá do que para cá, passou-se definitivamente para o céu dos monitores.

Buscas para localizar bom monitor a bom preço.
Dias depois, já cá canta um TFT 19” wide, que me faz arreganhar a dentuça de contentamento sempre que abro o Photoshop ou o Corel e vejo aquele espaço tooooodo!
:-D

É claro que continuo com problemas de acesso à net e apenas acedo quando o deus das telecomunicações lhe apetece, o que geralmente ocorre de madrugada, quando a maior parte da malta dorme!


--

E aqui está, breve e resumidamente os motivos que me levaram a andar na balda este tempo todo.

Mas convenhamos, não andei aborrecido!
:-)

P.S. – Honestamente, convém também referir uma certa falta de vontade de navegar pelos mares virtuais. ~~~~~~~~

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terça-feira, janeiro 16, 2007

de pasmado a anônimo

Por alguma razão, os meus comentários em alguns blogues (nos que vi) passaram da autoria de um tal de homem pasmado para um ainda mais esquisito anônimo!

dããããã?!?!?!?

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Coisas bonitas para comprar

É aqui: http://www.isak.co.uk/
e tá na época de gastar €€€

:-)

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quinta-feira, dezembro 07, 2006

Sortudo!

Esqueçam o Euromilhões, isto é que é sorte!


terça-feira, dezembro 05, 2006

do livro da estupidez...


“...as provas da importância da estupidez nos assuntos humanos e da consequente necessidade do seu cultivo são tão esmagadoras quanto as da inadequação da inteligência num mundo que não foi feito à sua medida.”

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“Sejamos senhores da nossa estupidez! Tornemo-la maior, mais forte, mais perfeita! No fim de contas o que seria dos homens, que tanto se têm aferrado à sua estupidez, se não permanecessem estúpidos?...”
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“Teoria Geral da estupidez humana”
Vítor J. Rodrigues
Livros Horizonte

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sexta-feira, novembro 17, 2006

Consultório Sentimental (alternativo)


Resposta:

Meu querido P.
Compreendo o seu problema, eu, por exemplo, também considero os Power Rangers altamente eróticos, com aqueles fatos apertados e nádegas rechonchudas.

No entanto, como deve ter reparado, Braga é uma cidade moderna, dotada de variados centros comerciais e lojas de electrodomésticos.

Conhece uns aparelhómetros chamados gravadores de vídeo?

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quinta-feira, novembro 02, 2006

A Inquisição Portuguesa

Enquanto máquina de perseguição, a Inquisição portuguesa foi considerada mais eficiente e mais cruel do que a célebre Inquisição espanhola, pelas vítimas que experimentaram a severidade destas duas infames instituições.

As pessoas levadas a responder perante estes tribunais nunca sabiam os nomes dos seus acusadores nem lhes eram nunca dadas informações adequadas cerca das acusações que lhes eram feitas secretamente.

Eram utilizadas livremente, tanto lisonjas como ameaças e torturas, para extorquir confissões da culpa verdadeira ou pretensa dos acusados e, sobretudo, para os induzir a denunciar outros, a começar pelas próprias famílias.

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“O império marítimo português – 1415-1825”
C.J. Boxer
Edições 70
p. 262

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sábado, outubro 28, 2006

Cinema e jantar por 7€

No centro comercial Dolce Vita, em Miraflores.

Chama-se Super Programa, está disponível para o cinema + os restaurantes aderentes (tem pra todos os gostos) de Segunda a Quinta-feira, desde as 19h até ao encerramento do Centro.

Mais informações no piso 0, junto às escadas rolantes.

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terça-feira, outubro 24, 2006

Estacionamento à Tuga


domingo, outubro 15, 2006

Topem só a cara do apresentador...

... mesmo antes dela esmagar a última lata.


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sexta-feira, outubro 13, 2006

Não tá correcto, mas tá engraçado...


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sexta-feira, outubro 06, 2006

Nunca sentiram que...

...a vossa vida é uma corrida de estafetas e vocês os únicos a corrê-la?

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sexta-feira, setembro 29, 2006

Citando...

Devemos ensinar o altruísmo aos nossos filhos, pois não podemos esperar que este comportamento releve da sua natureza biológica.
pág. 226

meu comentário: Seriam o Rousseau e o seu "bom selvagem" produtos da nossa imaginação delirante?

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O modo de vida do homem é, em grande parte, determinado pela cultura, e não pelos genes.
pág. 261

meu comentário: Foi este mesmo gajo, no mesmo livro, que escreveu: "... somos máquinas de sobrevivência - robots cegamente programados para preservar as moléculas egoístas conhecidas por «genes»
Ah valente!

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A guerra verdadeira, em que grandes exércitos rivais lutam até a morte, é conhecida apenas no homem e nos insectos sociais.
pág. 279

meu comentário: ou, por outras palavras, a sociedade é uma merda!

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“O gene egoísta”
Richard Dawkins
Editora Gradiva

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domingo, setembro 24, 2006

Livre escolha e educação

A questão do livre arbítrio e da liberdade de escolha dá pano para mangas e já muitas outras pessoas, melhor credenciadas do que eu, se debruçaram sobre o assunto, mas uns comentários recentes num post meu, levaram-me a escrever umas linhas sobre o “monstro”!

Quando falo de liberdade de escolha, relaciono esse assunto com as várias realidades que considero existir. (ver texto percepções de 2006-07-04)

Existe uma liberdade de escolha relacionada com a realidade 2 (r2) e outra relacionada com a realidade 3 (r3).

E eu creio que, de uma forma geral, as pessoas subvalorizam a liberdade r3.

Exemplo prático:
Se uma pessoa, colocada a hipótese de escolher um doce como sobremesa, não considerar a hipótese de escolher outra coisa qualquer, ou, face ao pensamento “não devia comer o doce, devia comer a fruta”, ainda assim, escolher sempre o doce, pode-se dizer que existe liberdade de escolha?

Se considerarmos r2, a resposta será afirmativa!
Mas, do ponto de vista de r3, a conclusão não será tão linear assim!

A nossa educação condiciona-nos o sentir! De facto, temos reacções físicas, de nojo, por exemplo, baseadas na educação, o que faz que o que enoja uma pessoa pode agradar a outra!

Se a nossa educação nos leva a sentir nojo de determinada situação ou objecto, a nossa reacção será “sempre” negativa face a uma escolha que nos seja apresentada.

Logo, neste caso específico, não temos liberdade de escolha porque estamos condicionados a determinado comportamento e sentir!

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Este texto surge como complemento à resposta que dei à Raquel e à Lídia no hp em:
http://homempasmado.blogspot.com/2006/09/00112-amor-sexo-liberdade-de-escolha.html#comments

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"inteligência social"

Não pode haver objectivo mais básico de vida social para uma criatura inteligente do que conseguir que os membros do seu grupo façam o que ele quer que eles façam, sem saberem que estão a ser manipulados.

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“Os símios caçadores”
Craig B. Stanford
Editorial Bizâncio, 2000 (1ª edição original de 1999)
Página 138

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